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Marataízes e Itapemirim tem investigados pela PF por suspeitas em obras do Rodoanel em SP

Por Helio Barboza | 21.06.2018

 

 

Já nas primeiras horas da última quinta-feira, dia 21, as cidades de Marataízes e Itapemirim receberam a visita de policiais federais, que cumpriam mandados de busca e apreensão em decorrência da Operação Pedra no Caminho, que foi deflagrada para prender 15 pessoas suspeitas de desvio de dinheiro nas obras do trecho norte do Rodoanel Mario Covas, em São Paulo. O Ministério Público Federal estima que houve acréscimo de R$ 600 milhões nos gastos com a obra por conta dos sobrepreços.

 

Além de Marataízes e Itapemirim, no Espírito Santo, outras seis cidades, todas do estado de São Paulo – São Paulo (capital), Carapicuíba, Arujá, Bofete, Ribeirão Preto e São Pedro - estão sendo alvo dos 51 mandados de busca e apreensão da operação Pedra no Caminho

 

O alvo de prisão principal é Laurence Casagrande Lourenço, ex-diretor presidente da Dersa, a estatal responsável pelas rodovias do estado de São Paulo. Atualmente, Laurence preside a Companhia Energética de São Paulo (Cesp). No último ano ele acumulou o cargo de secretário de Transportes e Logística do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

 

Em Marataízes foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um em Itapemirim. A Polícia Federal visitou o escritório da empresa Barrafish Comércio de Pescados, que fica na Barra, e também foi à residência de um dos sócios da empresa.

 

Falando sobre o caso, o advogado da empresa Edimilson Gariolli disse que a Barrafish não é alvo da investigação. Ele explicou que os agentes da PF buscavam documentos para a apurar a compra de um terreno que aconteceu há três anos. O terreno pertencia a um dos investigados diretos da operação. O advogado deu detalhes da licitude da negociação, que fora toda ela feita por um corretor de imóveis.

 

O advogado ainda explicou que o imóvel foi transferido para o nome do empresário e vem sendo declaro em seu imposto de renda, desde então - "Ninguém declara um bem em seu nome se realmente não for o seu dono. O empresário fez a compra, pagou por ela e registrou em seu nome. Foi uma operação real", afirmou

 

 

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