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Ação Coletiva é aberta na Austrália contra BHP por desastre de Mariana

Investidores alegam que houve problemas na Samarco nos anos anteriores a 2015 e que companhia deveria ter levado os riscos em conta e informado os investidores.

Por Helio Barboza | 24.07.2018

 

Vista aérea do distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)

Alvo de uma recente ação na justiça da Austrália, a BHP, empresa que é uma das controladoras da Samarco, divulgou nota informando que irá recorrer da acusação de ter negligenciado ao não repassar aos investidores sobre os problemas relacionados à segurança da operação, detectados na empresa desde de 2015.

 

O rompimento da barragem causou uma forte queda nas ações da BHP, o que motivou cerca de 3.000 investidores a apresentar uma ação coletiva na Justiça.

 

No mês passado (junho de 2018), a BHP e a Vale, coproprietárias da Samarco, acertaram um acordo com as autoridades brasileiras para resolver uma ação civil de R$ 20 bilhões pela tragédia. Pelo acerto, entitulado de TAC Governança, as populações atingidas na tragédia passam a ter maior participação nas decisões referentes aos danos causados pelo rompimento da Barragem de Fundão. Pelo acordo, cumprida as bases do TAC, a ação civil pública fica praticamente extinta, além de suspender por até dois anos, uma outra ação civil pública, de R$ 155 bilhões.

 

De acordo com a Samarco e com a Fundação Renova, várias medidas mitigatórias vêm sendo tomadas. O rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, em 2015, deixou 19 mortos, centenas de desabrigados, e poluiu o rio Doce, causando desabastecimento de várias cidades de Minas Gerais e do Estado do Espírito Santo, culminando com a eliminação da comunidade pesqueira de Regência, que fica na foz do rio.

 

 

 

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