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MPES deflagra Operação Rubi em quatro municípios

Objetivo da operação é a de apurar suspeitas de possíveis crimes contra o erário público praticado por servidores, agentes públicos e empresários corruptores

Por Helio Barboza | 09.05.2019

 

 

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Subprocuradoria-Geral de Justiça Judicial e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES e da Polícia Militar, deflagrou nesta terça-feira (07/05) a Operação Rubi.

 

Quatro municípios estão sendo investigados na Operação Rubi, deflagrada nesta quarta-feira, 8, comandada pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Subprocuradoria-Geral de Justiça Judicial e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).

 

O intuito da operação é o de desarticular e colher provas relativas à atuação de uma organização criminosa constituída para lesar os cofres públicos dos municípios de Piúma, Marataízes, Presidente kennedy, ao sul, e Jaguaré, no norte do Estado.

Agentes do Gaeco também estiveram em Marataízes, onde recolheram documentos e pastas na sede da Prefeitura local. 

Segundo denúncia levada ao MPES, o esquema contava com possível direcionamento em processos de licitação, favorecendo empresas contratadas, pagamento de vantagem indevida a agentes públicos e superfaturamento de contratos administrativos de prestação de serviço.

 

A Operação Rubi tem por objetivo inicial cumprir cinco mandados de prisão temporária, cinco mandados de afastamento funcional de agentes públicos e 11 mandados de proibição de acesso às dependências de órgãos públicos.

 

Outros 25 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos pelos agentes do Gaeco. Destes, nove são em Presidente Kennedy, cinco em Marataízes, dois em Jaguaré, um em Piúma, um em Cachoeiro de Itapemirim, um em Linhares, um em Jerônimo Monteiro, dois na Grande Vitória e dois no Estado do Rio de Janeiro, todos emitidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

 

Agentes do Gaeco também estiveram na casa da prefeita de Presidente Kennedy. Durante a buscas os policiais encontraram uma arma e uma quantia de dinheiro em espécie.

O assessor especial da prefeitura, que também é noivo da prefeita, assumiu a propriedade da arma. Quanto ao dinheiro encontrado, seria destinado ao pagamento de funcionários de uma empresa que presta serviços no município.

Os dois foram conduzidos até a Delegacia de Itapemirim onde prestaram depoimentos.

 

O alvo desta ação são servidores públicos, além de alguns agentes políticos, suspeitos de serem os facilitadores, recebendo propinas para beneficiar processos licitatórios.

 

Participaram da operação cinco membros do Ministério Público (um procurador de Justiça e quatro promotores), que coordenam o trabalho, com o apoio de 22 agentes do Gaeco e de policiais militares.

 

Os documentos recolhidos nas repartições públicas, empresas e residências serão periciados, assim como os computadores apreendidos. Investigados e testemunhas serão ouvidos no processo a partir da próxima semana.

 

Os documentos recolhidos nas repartições públicas, empresas e residências serão periciados, assim como os computadores apreendidos. Investigados e testemunhas serão ouvidos no processo a partir da próxima semana.

 

 

 

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