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Justiça transfere Audiência de Custódia de prefeita para amanhã

Por Helio Barboza/Kennedy em Dia | 09.05.2019

 

Advogados da prefeita negam que tenha havido crime cometido e contesta prisão. Na manhã desta sexta (10), a Justiça realiza uma audiência de custódia para analisar o caso

 

A Audiência de Custódia pela qual passaria a prefeita de Presidente Kennedy, Amanda Rangel, que seria realizada na tarde desta quinta-feira, no fórum de Cachoeiro de Itapemirim, foi adiada para a manhã desta sexta-feira (10).

 

A prefeita foi detida durante a Operação Rubi, realizada no início da noite de ontem, que aconteceu simultaneamente em outras três cidades capixabas. Além de Presidente Kennedy, os agentes da GAECO, que também auxiliam o MPES, também visitaram os municípios de Marataízes, Piúma e Jaguaré, ondem apreenderam computadores, documentos e celulares para a comprovação de possíveis ilícitos.

 

A Operação Rubi, comandada pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo, foi deflagrada com o objetivo de debelar um esquema de pagamento de propina à agentes públicos e servidores de órgãos públicos, bancados por empresários do setor de limpeza urbana e de transporte de lixo.

 

Defesa Nega Crime

A defesa da prefeita de Presidente Kennedy, Amanda Quinta Rangel (PSDB), alega que não houve crime e que o dinheiro encontrado na casa da prefeita por agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) nada tem a ver com o objeto da investigação.

 

De acordo com o Ministério Público Estadual (MPES), as apurações, que duraram aproximadamente um ano, colheram fortes indícios do envolvimento de agentes políticos e servidores municipais no recebimento de propina de empresários dos ramos de limpeza pública e transporte coletivo como contraprestação a benefícios financeiros em licitações e contratos e possível enriquecimento indevido dos envolvidos.

 

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa de Amanda Quinta, na quarta-feira (08), agentes do Gaeco depararam-se com a realização de uma reunião entre a prefeita e agentes públicos. E numa outra área da casa foi encontrada em posse de um empresário uma mochila contendo R$ 33 mil. A suspeita é que o dinheiro seria utilizado para pagamento de vantagens. A defesa nega.

 

"Não houve crime e nem flagrante. A prefeita Amanda e o empresário, no momento da abordagem policial, nem sequer estavam no mesmo local e entre eles não havia ocorrido contato de qualquer natureza. Na oportunidade, o empresário, cuja atividade emprega centenas de funcionários, esclareceu que os recursos não guardavam qualquer relação com o objeto da investigação. Mesmo sem ter a alegada relação com tais fatos, a operação decidiu pela lavratura de um flagrante inexistente", diz nota enviada pelos advogados da prefeita.

 

 

 

 

 

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