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Morte por falta de atendimento revolta população de Itapemirim

Por Helio Barboza | 25.02.2018

 

A morte de uma mulher nos corredores da emergência do Hospital Evangélico de Itapemirim por falta de atendimento adequado, ocorrido na noite do último dia 24, fez despertar novamente o sentimento de desgoverno do poder público.

 

Desde a madrugada do dia anterior a senhora Laurezi Silva de Souza aguardava uma remoção deitada em uma maca para receber atendimento em uma UTI Cardiológica, não suportou e veio a óbito.

 

Familiares, cobertos pela dor da perda, revelam que irão buscar os responsáveis para o que chamam de negligência, já que o serviço de remoção não foi prestado em tempo – “É muito descaso com os que mais necessitam de atendimento. De que adianta ter muito dinheiro do petróleo irrigando os cofres da prefeitura, se nem mesmo uma ambulância bem equipada existe”, questionou um dos familiares da paciente.

 

A revolta também chegou às redes sociais que denunciam a farra com o dinheiro público e a ânsia do grupo político se perpetuar no poder. Não faltam denúncias de malversação do dinheiro público e enriquecimento ilícito, incompatível com os rendimentos de alguns secretários, citando nominalmente irmãos do prefeito interino Thiago Peçanha.

 

O prefeito, que também é médico, é um dos alvos preferidos dos ataques, que agora partem também de pessoas sem nenhuma ligação a grupos políticos contrários. Agora são cidadãos comuns, apolíticos, que entram na discussão e condenam a forma como a cidade vem sendo governada – “para poucos”.

 

Críticas também sobram para a Câmara de Vereadores, acusada de ser omissa e complacente – “Os vereadores, em sua maioria, querem resolver os problemas deles, dando empregos na prefeitura e obtendo vantagens. Assim como os integrantes do governo municipal, muitos se locupletam do poder em detrimento a maioria da população”.

 

Comunidades do interior estão completamente abandonadas, sem estradas e escolas funcionando sem a mínima condição – Neste período de chuvas, vários lugares ficaram praticamente isolados por conta de estradas malconservadas, impossibilitando o escoamento da produção familiar e de transitar serviços de segurança e emergência médica para estes locais.

 

A grita agora é contra a inércia do MPES, que precisa investigar de forma séria e rápida o que se passa dentro da atual administração que, ao que demonstra cotidianamente, segue os mesmos parâmetros da administração afastada pelo mesmo MPES sob a acusação de dilapidar os cofres públicos.

 

 

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