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Anulação de eleição para Mesa Diretora faz Câmara de Anchieta baixar o nível

Por Helio Barboza | 30.04.2018

 

Tássio Bruno e o ex-aliado Cleber Pombo, disputam o comando da Mesa Diretora


Considerada uma das Câmaras mais bem avaliadas do Estado, a Câmara de Vereadores de Anchieta viveu uma das sessões mais tumultuadas de sua história, no último dia 24 de abril, por conta da possível antecipação da eleição da Mesa Diretora para comandar a Casa no biênio 2018-2020, que não aconteceu.

 

Neste ano, esta foi a segunda tentativa de antecipar a eleição para o comando da Casa Legislativa anchietense.

 

O tumulto aconteceu exatamente por causa do parecer do presidente da Casa, que encabeçava uma das chapas na disputa, que usando de suas atribuições legais decidiu, suspender a eleição depois que o vereador Cleber Pombo (PPL), que integrava a chapa como secretário, protocolou um documento retirando seu nome e passou a integrar a chapa opositora figurando como presidente. A justificativa para a suspensão da eleição foi a de que não havia tempo hábil para que a chapa da situação promovesse a substituição do nome de Cleber.

 

Com a decisão da suspensão, os vereadores da oposição tentaram de todas as formas reverter o posicionamento. Entraram com um mandado de segurança na Justiça, mas o mesmo foi negado, dando sustentação à decisão da mesa diretora.

 

A partir daí a oposição, através do Professor Robinho, fez um requerimento verbal para colocar o pedido da eleição para apreciação do plenário. A sessão foi suspensa para análise do pedido, mas a orientação do jurídico da Casa foi de que a suspensão da eleição fosse mantida.

Professor Robinho teve o pedido de requerimento verbal negado pela Mesa

A grita foi geral, com os vereadores da oposição se revezando ao microfone para contestar o ato, alguns extrapolando em suas falas, ao ponto de quebrarem o decoro com palavras atentatórias ao cargo.

 

O presidente Tássio Brunoro procurou se manter sereno na condução dos trabalhos e disse que estava apenas cumprindo o regimento interno que, segundo afirmou, é bem definido nessas situações – “O que ocorreu foi simplesmente a questão de respeitarmos o que diz o regimento. Serviria tanto para o nosso grupo ou, se fosse o contrário, serviria também para o grupo da oposição. Existe regras definidas para tratar de questões como esta, e estamos apenas cumprindo as regras, sem atropelar o direito de ninguém”, justificou o presidente, que disse ainda que, de acordo com o mesmo regimento, a eleição pode voltar a ser pautada e acontecer até o próximo mês de setembro. Até lá, uma nova convocação pode ser feita para que os vereadores possam protocolar novas chapas para a disputa

 

Os vereadores da oposição, formados por Cléber Pombo (PPL), Professor Robinho (Avante), Beto Caliman (DEM), Geovane Meneguelle (PSD), Alexandre Assad (PRB) e Zé Maria (PEN), enquanto o grupo da situação tem como integrantes o vereador Tássio Brunoro (PMDB), Renato Lorencini (PSB), Serginho (PSD), Richard Costa (PPL), Tereza Mezadri (PV).

 

 

 

 

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